segunda-feira, 25 de julho de 2016

Mais amor, por favor!



Em um contexto democrático as opiniões são diversas. Após um longo período da história sem possuir a liberdade de falar e se posicionar sobre certos assuntos, é inevitável que todos agora queiram desfrutar desta liberdade. A internet, como um meio de grande influência na contemporaneidade tem papel incisivo na exposição das tais opiniões e pontos de vista. Facebook, Twitter, Whatsapp, entre outros.. Todas essas redes possuem um espaço para comentários, debates e discussões. O grande problema é até que ponto esta liberdade vai e que ideias são essas que estão sendo disseminadas.

A maior parte das pessoas toma as suas redes como suas, como exclusivas. Quando postam algo ou desrespeitam alguém, já vem com o argumento de que a rede é delas e elas tem o direito de postarem o que quiserem. Pois é, não é bem por aí. As redes sociais não são únicas ou exclusivas de ninguém, mesmo que possua seu nome, seu email, senha, qualquer coisa que seja.. Nela há um monitoramento intenso, há várias pessoas observando abertamente, adquirindo ou não as ideias passadas. Ou seja, quando se está na rede, você ainda vive no âmbito social, não é uma exclusão em que se faz o que bem entende.

 A partir do momento em que são postadas frases que desrespeitam o outro, que comprometem suas vidas, que fazem envergonhar e que não tem o comprometimento de acrescentar nada útil já é um discurso de ódio e não uma mera liberdade de expressão. Vale ressaltar que cultura do ódio não se relaciona apenas com o fato de discordar de outra pessoa, há uma grande diferença. Discurso de ódio engloba “todas as formas de expressão que propagam, incitam, promovem ou justificam o ódio racial, a xenofobia, a homofobia, o antissemitismo e outras formas baseadas na intolerância”.

Entretanto, com o surgimento da internet, falar o que se pensa ficou muito mais fácil, acessível e com um alto poder de difusão. Assim, não estar ''cara a cara'' com a outra pessoa, faz com que o internauta se sinta muito mais poderoso. Disseminando desta forma qualquer fruto da mente, sem antes haver uma análise.

"Liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões e ideias. Entretanto, o exercício dessa liberdade não deve afrontar o direito alheio, como a honra e a dignidade de uma pessoa ou determinado grupo. O discurso do ódio é uma manifestação preconceituosa contra minorias étnicas, sociais, religiosas e culturais, que os com outros valores assegurados pela Constituição, como a dignidade da pessoa humana. O nosso limite é respeitar o direito do outro."

Logo, discurso de ódio é crime. Não é apenas uma opinião, é machucar o outro.

No final das contas, tudo se resume à educação. Ela precisa ser usada tanto dentro quanto fora das redes sociais. É fato que uma pessoa possa ser totalmente preconceituosa, infelizmente existem milhares. Porém, ela não tem o direito de sair por aí falando mal dos outros e julgando como cada um deve ser. Até porque a palavra LIBERDADE existe. Da mesma forma que ninguém pode julgá-la por ser dessa forma. Julgamentos, ódio disseminado, não vai fazer com que ninguém mude. Só vai aumentar ainda mais a raiva das pessoas, sendo assim um ciclo vicioso.

A mudança começa em você, nas suas atitudes. Pense bem antes de expor algo na internet, não seja um disseminador desse sentimento que destrói relacionamentos.Vamos propagar amor e sermos felizes. Como Buda disse: ''Jamais, em todo mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor.''





                                                                                                         Feito por: Isabela da Silva

Fonte (imagens e citações):

http://www.reinaldosantos.com.br/blog/wp-content/uploads/o-odio-esta-ganhando-do-amor.jpg
http://www.humanizaredes.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/AVATARES-071.png
http://www.sala.org.br/index.php/estante/colunas/educar-na-cultura-digital/1342-cultura-do-odio-humaniza-redes-e-educacao

A mulher na sociedade

A mulher é vista como um objeto de desejo para o homem, isso é visto em nossa sociedade de forma clara, onde propagandas utilizam a imagem feminina para estimular vendas e atrair o publico masculino, como vemos nesses anúncios abaixo:



Esse tipo de marketing estimula o machismo, desvalorizando a imagem da mulher e a colocando como objeto de valor agregado.
Como a mídia proporciona uma inferioridade a figura feminina os homens se veem no direito de fazerem aquilo que bem entenderem, com isso a cultura do estupro vem se estendendo ao longo dos anos.
Abaixo vemos alguns exemplos da cultura do estupro e suas consequências:




Com ajuda da mídia e da sociedade o homem vê o estupro como sendo culpa da vitima, justificando o ato de acordo com a roupa ou a situação em que a vitima esta inserida.
Como esta ilustrado no ultimo gráfico, casos de estupros ocorrem, em sua maioria, dentro do próprio relacionamento, muitos acham que por a mulher esta em um namoro ou casamento, deve seguir aquilo que o parceiro quer, mesma que não seja sua vontade, porem se não tiver  concento das duas partes o ato NÃO deve ocorrer ou contrario é considerado estupro.
A seguir veremos algumas imagens onde essa cultura do estupro é questionada:






A revista ''super interessante'' questiona abertamente essa cultura, onde a sociedade se acha no direito de julgar a mulher apenas pela aparência.

Agora veremos 5 coisas que você pratica, mesmo sem perceber, que perpetuam a cultura do estupro:

1) Educam as meninas para serem recatadas e influenciam os meninos a serem conquistadores.



2) ''elogiam'' mulheres na rua ou apoiam quem faz isso.


3) insistir mesmo quando a pessoa diz que não.


4)julgar a roupa da mulher e se achar no direito de invadir seu espaço.


5) ficar calado em frente a um abuso.


O estupro não é brincadeira, é algo para se levar a sério, devemos lutar contra!


Como vemos nessa imagem realmente é algo para se preocupar, então vamos lutar contra, aderindo movimentos a favor da mulher e contra essa cultura machista!!


Para finalizar temos um video onde uma mulher mostra atraves de sua voz a dor e a vida de muitas outras, assistam e reflitam...



Ass; Isabelle Sanches




























sábado, 23 de julho de 2016

O caso da repórter assediada pelo cantor Biel






Para quem ainda não sabe, vou explicar mais ou menos o que aconteceu:


"Durante uma entrevista para a divulgação de seu novo CD, em maio, o cantor Biel assediou uma repórter do iG, referindo-se a ela como "gostosinha" e dizendo que “a quebraria no meio”. A repórter denunciou o artista por assédio sexual no dia 11 de maio, na 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo e, em 3 de junho, o portal iG divulgou as primeiras informações."

"Desde que acusou o cantor Biel de assédio sexual durante uma entrevista, a repórter havia optado por não revelar sua identidade publicamente, mas mudou de decisão. Em entrevista exclusiva a Thatiana Brasil, a estudante de jornalismo Giulia Pereira, de 21 anos, mostrou o rosto e falou pela primeira vez à TV sobre o que aconteceu no dia em que foi assediada pelo artista. Giulia, que à época trabalhava como estagiária do Portal iG, contou todos os detalhes do dia em que entrevistou Biel e revelou tudo o que ouviu dele. A jovem ainda falou sobre o fato de ter sido demitida do iG após a denúncia e fez mais uma grave revelação. Segundo ela, além das atitudes desrespeitosas de Biel mostradas em áudios e vídeos, há uma fala dele que não foi gravada. O cantor, segundo Giulia, a ameaçou de estupro. Veja a entrevista na íntegra."




A mídia, principalmente através de comerciais com a coisificação da mulher e músicas que literalmente fazem da mulher um objeto, costuma "naturalizar" a questão do machismo. Pode-se reparar neste caso, que se a repórter não tivesse ido denunciar o ocorrido, as pessoas que vissem o vídeo provavelmente não iam se escandalizar vendo as falas do cantor. Tudo hoje parece muito normal, e não é pra ser assim! 

Você, homem, não tem ideia de como é ver alguém do outro sexo na rua e, sem ao menos conhecer a pessoa, ter medo do que esta pessoa pode fazer. Sabe o que é você ir fazer apenas trabalhar e dizerem pra você que te estuprariam depois que acabasse o seu trabalho? Ou passar pela rua e ser obrigado a ouvir piadinhas de muito mal gosto?



Vamos quebrar esse silêncio, fazer como essa repórter fez! Machismo nunca é "apenas uma brincadeira". Mulheres, não deixem essas coisas passarem em branco. Assim vocês acabam ajudando na proliferação dessa cultura enraizada em nossa sociedade. Denuncie, fale com alguém. Não se trata de superioridade feminina em relação ao homem ou coisa do tipo. Estamos falando de igualdade, luta contra a opressão. Se todos, meninos e meninas, aos poucos, com as nossas ações e reações do cotidiano combatermos a cultura do "ah, mas ela mereceu./Mas também, olha como ela estava vestida!/ Lugar de mulher é na cozinha." , pouco a pouco caminharemos em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.



Fontes:

http://gente.ig.com.br/2016-06-09/tudo-sobre-a-denuncia-de-assedio-contra-biel.html
http://entretenimento.r7.com/programa-do-gugu/videos/-reporter-que-acusa-biel-de-assedio-mostra-o-rosto-e-fala-pela-primeira-vez-a-tv-veja-a-entrevista-completa-21072016
http://i1.wp.com/blogueirasfeministas.com/wp-content/uploads/2011/10/444.jpg
https://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2016/06/biel_assedio.jpg




Feito por: Letícia Rocha

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Ninguém nasce consumista!



Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconsequente.

As crianças, que vivenciam uma fase de peculiar desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves consequências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras. Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.

Para o mercado, antes de tudo, a criança é um consumidor em formação, consumidor de hoje e do amanhã, e uma poderosa influência nos processos de escolha de produtos ou serviços.

Na verdade, os pais são desafiados quando ensinam os filhos que o essencial é ser o que é, já que estes estão sendo bombardeados pelo consumismo de todos os lados. Os shoppings possuem uma estrutura que fascina as crianças, as lojas de brinquedos, o parque, as cores e as luzes as atraem. Além das propagandas, que possuem técnicas muito eficazes de convencer estes pequenos seres em formação.




No vídeo abaixo, há a demonstração das propagandas voltadas justamente para crianças, para que atinja especificamente este tipo de faixa etária:



Assim, de acordo com as propagandas demonstradas no vídeo, as crianças que estão usando o tal produto estipulado mostram-se mais integradas no meio social e mais felizes,denotando a ideia de que é necessário obtê-lo para não ser excluído. Outro fator importante, é que se utilizam sempre de crianças para atingir justamente este público alvo. A ideia de precisar obter para não ser excluído aumenta o desejo consumista  nas crianças e, gera uma insatisfação naqueles que não tem condições para obtê-lo. Já que, as propagandas são as mesmas para crianças desde a faixa mais pobre até a mais ricos.

Os pais e a escola podem ensinar a criança a consumir com consciência e responsabilide. Considerando a qualidade do produto e as necessidades a fim de não desperdiçar e sim de economizar.

Vale ressaltar algumas estratégias para os pais, quando o assunto é consumir:
• Diante da insistência da criança, seja firme, pois essa não sabe o que é melhor para ela.
• Oriente a criança que antes de gastar o dinheiro é necessário ganhá-lo.
• Deixe-a participar do dia a dia da família, indo às compras de supermercado. Negociando com ela, antes de sair, quais os produtos que serão adquiridos.


                                    Diga não a alienação infantil. 

 Não deixemos que as nossas crianças se tornem a alma do negócio.

               Maior controle na infância = cidadão consciente no futuro.




                                                                                         Feito por: Isabela da Silva

Fonte (imagens e vídeo):

http://rebrinc.com.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_emidio_consumoinfantil.jpg
http://www.otempo.com.br/polopoly_fs/1.753002.1385676180!image/image.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg72NoD7zp_hdobTRU3lV7WjKeDFtmebnLtKD3mI-vb9EfubLhaYoRwt2UBBaVHMuC4dL_ti6SQiymYRmBhJ-6KmJ46pHqRCqivdTL3qbBfHqdYXvcNsqRWDzLqoB_YxFSvQ4M6D2UOcPqc/s640/luciano.gif
https://www.youtube.com/watch?v=VI_Nd0-Tgvg

Mas afinal, o que é indústria cultural?



"Em 1947, Adorno e Horkheimer desenvolveram o conceito de indústria cultural para demonstrar que, na Alemanha nazista, a massificação cultural deve tanta importância quanto o totalitarismo político para assegurar a dominação sobre as classes trabalhadoras. Ou seja, se por um lado a imposição do partido único e a negação do direito de organização das classes populares garantiam que não haveria contestação ao regime, por outro lado, a produção de bens culturais voltados para o simples divertimento e distorção da realidade, e não para a reflexão crítica, seria uma estratégia fundamental para atingir o mesmo objetivo: o conformismo das massas e a naturalização da situação de violência a que estavam submetidas.
Nessa sociedade tudo vira mercadoria voltada para o consumo em massa, inclusive bens culturais como filmes, livros, músicas e obras de arte."

- Livro Sociologia em Movimento. Vereda Digital - Moderna

Portanto, podemos ver que a industria cultural nada mais é do que o conjunto dos veículos de comunicação, controlados pela classe dominante, em que prevalece a lógica da mercadoria, da coisificação. Ela afasta a possibilidade de reflexão crítica e leva à consolidação do sistema capitalista, tornando-o ainda mais hegemônico.




Como membros de uma sociedade em que a informação se prolifera muito rápido, devemos estar atentos para não deixarmos que a classe dominante, a fim de atingir seus interesses, nos influencie em nossas atitudes e forma de pensar, através do que vemos na TV, revistas ou na internet. Vamos olhar os detalhes, desde aquela blusinha que você compra apenas por estar "na moda" mas que na verdade foi criada apenas para fazer propaganda da marca até a omissão pela mídia de impasses acontecendo na política, que deveríamos ter a obrigação de saber, como cidadãos votantes.





Vamos vigiar, refletir, raciocinar. Nem tudo o que se passa na TV é totalmente verdade.



Feito por: Letícia Rocha

Fonte das imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUiq1D4EJbXNeJrglFjyViPiNwOcoXFfnTEJWT8kKyHjFm4lYi9yjN3vYGI0_PMwa7NDUYcGHn6lEEf5J9or1Z2pz6pGmHQIwqm2mq-HIiEU9BfDCqXUBTeHmjzhuOtQ0jXCXNFyVmbpx6/s1600/manipula%C3%A7%C3%A3o+da+m%C3%ADdia.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHLZKjDk-6ATPRRsBpfIrdQMT_0S_wJFEoi2QLACLM3nN5B2tUDtXdvweRyhmf-mb5ZrOoDXsSZcDAUT6KLlMYzCjVoR2zKMeAspKXXACTcxvosq8n6DyfEVCjmQi3LdfdClm-RfYyxio/s1600/midiacorrupta_victorjavier13_1.jpg

quarta-feira, 13 de julho de 2016

                      Não importa o que digam, acredite em si!

  Muitas pessoas ao redor do mundo sofrem com problemas de autoestima, com foco as mulheres que são grandes afetadas pela coerção exercidas sob elas.
  Mas o que muitas dessas pessoas não sabem, é que na verdade o problema não está nelas, e sim nos padrões de mulheres "idealizadas", mulheres atraentes, que são criados pela mídia e propagado pela população.
  A maioria desses problemas surgem durante a adolescência, quando as meninas começam a se comparar com normalmente as meninas mais "populares" da sua sociedade, as meninas que são mais desejadas pelos garotos, as meninas consideradas "mais atraentes".
  Este fato é causado muito pela falta de representatividade, uma vez que a mídia idealiza as mulheres mais magras, altas, de cabelo liso etc, então as mulheres que não se encaixam nesse meio, queiram de qualquer jeito se encaixar. Revistas, propagandas e outros meios também incentivam muito esse tipo de problema, uma vez que impõem um padrão em cima das mulheres, incentivando-as a imporem sob si uma série de dietas abordando o famigerado "corpo ideal" ou "corpo perfeito" que seria o magro com curvas.

  Algumas mulheres fortes e muito decididas, mostram que não se importam com essa idealização toda e não se sugerem a tamanha bobagem e se impõem contra todo esse movimento, mas infelizmente sofrem uma grande coerção, são fortemente inferiorizadas, etc.
  Christina Aguilera, cantora que sempre que tem oportunidade se mostra contra este tipo de rotulação tem em um dos seus álbuns uma música que tenta de um jeito muito bonito ir contra este tipo de idealização e fazer com que todos se sintam bem com seu corpo e seu eu-interior.

https://www.youtube.com/watch?v=eAfyFTzZDMM

  E a letra da música é algo que deveria servir de inspiração para todos que sofrem com esse tipo de problema. Todos devem se aceitarem do jeito que são e em função disso, serem felizes com seu corpo, e também com seu interior!
  Todos devem lutar para acabar com esses padrões impostos e fazer ao máximo para conseguirem de alguma forma aceitar o que são de verdade e também não propagar mais esses tipos de idealizações e padronizações.
  Todos são diferentes e isso é o que deixa o mundo tão cheio de vida e cheio de graça. Todos são especiais de algum jeito e tem características próprias que as compõem!
Se permita ser diferente. Se permita ser você.

                                                                                                       João Pedro Fragoso



Diga não as drogas

                                 Diga não as drogas

 

O problema que tem assombrado muitas famílias por todo o mundo


  A adolescência é uma fase da vida em que ocorrem muitas transformações físicas e emocionais. Com essas mudanças, aparecem novos sentimentos, vontades e questionamentos. Com isso, vem a vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo dos riscos, todos os jovens se sentem "crescidos", maduros o suficiente para tomar certas decisões. É o momento que o ser humano começa a procurar sua identidade, não mais se baseando nas orientações dos pais, mas  também nas relações que constrói principalmente com o grupo de amigos e no que foi aprendido durante toda sua infância, em todos os ambientes vividos.
  Para a grande maioria dos jovens, ter experiências novas (lugares, músicas, amigos e também drogas) não necessariamente trará problemas permanentes, e muitos se tornarão adultos saudáveis e tudo aquilo terá sido só uma fase. É importante frisar que muitos desses experimentos feitos pelos jovens tem início com bebidas alcoólicas, 
Mas será que vale a pena arriscar e ter consigo algumas experiências, como o uso de drogas?
  Segundo dados pesquisados pelo IBGE, nos últimos anos houve um grande aumento do uso de drogas ilícitas por adolescentes. Agora, qual é o motivo desse problema? O que está na cabeça desse jovens para realizarem tal ato?
  Existem alguns fatores principais para jovens sentirem a vontade de utilizarem drogas, que são:

      -Curiosidade

A curiosidade dos adolescentes é um dos grandes fatores de maior influência na experimentação de álcool principalmente e também outras drogas, assim como a opinião dos amigos. Essa curiosidade o faz buscar novas sensações e prazeres, o adolescente normalmente gosta de viver o presente, não se preocupando muito com o futuro etc, e o efeito das drogas vai de encontro a isto, já que a mesma proporciona ao usuário uma "onda" imediata.

      -Modismo 

O modismo é outro fato muito importante nesse assunto, pois os adolescentes são particularmente vulneráveis (alguns mais, outros menos) a estas influências. A pressão da turma, o modelo dos ídolos e os exemplos que os jovens tiveram dentro de casa, todas essas situações podem influenciar muito o jovem.


      -Sintomas Depressivos

Os sintomas depressivos na adolescência, são por um lado normais, em virtude das grandes mudanças biológicas e psíquicas ocorridas neste período, porém também podem significar um grande risco. O jovem que está triste, ansioso ou desanimado, pode buscar atividades ou coisas que o ajudem a se sentir melhor. Neste sentido as drogas podem proporcionar, de forma imediata, uma melhora, alívio ou até a fuga desses sintomas. Quanto mais impulsivo e menos tolerante à frustração for o adolescente, maior será esse risco.


  É recomendado por especialistas da faixa etária entre os adolescentes (12-17) que os familiares tentem estar cada vez mais presentes nas vidas dos jovens presentes em suas vidas, para que possam dialogar e evitar o máximo de drogas, observando cada um dos possíveis fatores que levem ao uso de alguma droga e também os conscientizando sobre todos os riscos pois é muito nítido perceber que existe uma séria sensação de "onipotência", o que quer dizer que os jovens sempre acham que com eles não acontecerá nada sério, que é sempre possível sair do mundo de drogas e tudo que as envolvem sempre que desejado. 
  Mesmo sendo "tentadoras" e que pareçam algo bom, não se deve ser usada, pois o que elas proporcionam no momento (que pode ou não ser uma sensação boa), não pode ser nada comparado com o que elas podem trazer no futuro!! Então SEMPRE DIGA NÃO AS DROGAS!!!!! 
 
Fontes:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ibge-cresce-o-uso-de-drogas-ilicitas-por-adolescentes,1044304
http://www.vidasemdrogas.org/imagens/crianca.jpg
http://mileyforeverfans.com/wp-content/uploads/2013/09/logomff57.png


                                                     João Pedro Fragoso e Gabriel Ribeiro