Com esse grande avanço e a diminuição nos custos de acesso à tecnologia, a informação passa a chegar muito mais rápido nas camadas populares da sociedade brasileira e isso pode ser um fator preocupante. Hoje em dia, a tecnologia ampliou o leque dos meios de comunicação fazendo com que a mídia, cada vez mais, controle a nossa vida.
Por exemplo, praticamente todos os brasileiros têm acesso à televisão, aberta pelo menos, e sua grande maioria por isso retrata os costumes passados por ela. Mas é preocupante lembrar que essas redes televisivas são controladas por pequenos grupos, principalmente as famílias Marinho e Abravanel. Além da TV, a população está sempre em contato na internet e lendo notícias online, mas advinha quem é a dona do maior portal de notícias do país? A Globo, da família Marinho.
Esse controle de pequenos grupos sobre o pensamento do brasileiro fica ainda mais evidenciado em tempos de crise política que o nosso país vive, onde algumas pessoas acusam esses meios de comunicação de apoiar "A" ou "B". Com isso, a mídia acaba fazendo a cabeça da população, sendo capaz de tomar medidas absurdas gerando , até uma queda no governo.
O povo brasileiro deveria tomar consciência desse domínio que lhe é imposto e procurar outros meios de comunicações , mesmo que seja difícil se desligar dos costumes. A mídia hoje consegue o que quer, transmitindo o que quer para todos. O Brasil, um país com grandes variedades étnicas, culturais e religiosas, é cada vez mais padronizado pelo fato da comunicação ser concentrada nas mãos de poucos.
por Gabriel Reis, Gabriela Blanco e Lucas Zózimo
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quarta-feira, 27 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
Ninguém nasce racista!
Em pleno seculo XXI, ainda existem pessoas que acham que sua raça é superior a outras. Quando alguém fala de racismo, a primeira coisa que vem a cabeça de muitas pessoas é "contra negros", mas o racismo é um preconceito baseado no preconceito contra qualquer raça.
Ele pode ser contra asiáticos, negros, índios, mulatos e até com brancos, por parte de outras raças. Por terem uma história mais sofrida com o preconceito, principalmente pela escravidão, os negros são principal referência quando se fala em racismo.A mídia influencia muito na vida das pessoas atualmente, tanto de forma positiva como negativa. Se pararmos para observar que no mundo da mídia (novelas, filmes, séries e publicidade em geral), há apenas algumas poucas figuras que representam realmente o homem negro e a mulher negra. "O negro na mídia, principalmente na publicidade, é retratado em imagem sempre das mesmas formas: socialmente carente, trabalhador, malandro ou atleta. Também é possível perceber que o cabelo do negro na mídia possui apenas três variações: black power, ou com trancinhas ou curto quase raspado. Fora desses padrões o negro homem sempre é mostrado de cabeça raspada. Alguns podem argumentar que essas são as únicas opções possíveis, mas dizer isso só revelaria ignorância quanto ao visual do negro no cotidiano. Que visual é esse? Não existe um padrão, simples assim."
Separei um vídeo (que está abaixo) que achei bastante interessante. Esse vídeo foi feito pela equipe do criança esperança 2016. Eles escolheram um grupo de crianças, que certamente teriam sido escolhidas para fazer uma cena (que elas não sabiam que eram falsa insultando uma mulher negra, mas o final acaba sendo surpreendente.
Feito por: Bruna Barros
Obesidade e as redes de fast food
A obesidade infantil é um problema que cresce no decorrer dos anos, a taxa de crianças obesas é muito alta. No Brasil, cerca de 50% da população é obesa e 15% são crianças, segundo o IBGE.
Acredita-se que em 2025, 75 milhões de crianças estejam obesas, segundo a OMS.
Você sabe como isso acontece? Como podemos diminuir essa taxa? Se não sabe as respostas então continue lendo essa matéria...
Os veículos de comunicação, sejam jornais, TV ou internet, tem a capacidade de influenciar as pessoas de modo rápido e fácil, pois praticamente qualquer um pode ter acesso a eles. O problema é, como no caso do consumo excessivo de alimentos industrializados, que muitas famílias são influenciadas, através de propagandas.
As empresas de fast food utilizam-se destes veículos para induzir ao consumo de seus produtos e geram, de certa forma, alienação, já que as pessoas passam a consumir alimentos sem ao menos pensar se isto é prejudicial ou não para sua saúde.
A população se submete às propostas impostas pelo marketing, e assim começa toda a história do consumismo de fast food e da obesidade.

Através da mídia, redes de fast food e de produtos alimentícios conseguem chegar a sociedade, criando meios de alienar a população, como por exemplo criando linhas em seu cardápio para crianças, onde alem do lanche vem um brinquedo, assim a criança lembra e pensa que toda vez que ela comer em tal lugar vai ganhar um novo brinquedo, e isso se torna um ciclo sem fim.
Por falta de controle dos pais, que também se tornam subordinados as redes de fast food, as crianças crescem sem nenhuma educação alimentar, gerando assim a obesidade, trazendo muitos problemas, até mesmo a morte.
A mídia acaba trazendo uma espécie de imposição em cima da população, trazendo a ideia do consumismo, quanto mais você consome mais bem vista você é (seu status social se eleva), e a ideia da alienação, o consumidor não olha para o futuro, muito menos para as consequências de uma alimentação irregular, e assim seus filhos sofrem do mesmo mal. Sem informação, as crianças cometem os mesmos erros dos pais e crescem sem uma vida saudável e vítimas dessas redes.
Devemos lutar contra a obesidade infantil e contra a ditadura que existe, onde a mídia manda e controla a sociedade.
As redes de fast food não podem estar acima da saúde de sua casa, muito menos de seus filhos. O que vale mais a pena, abrir mão de um hábito alimentar ruim e ter uma família saudável ou continuar com um habito ruim e ter sua família com doenças que podem ser fatais?
A Amil fez um vídeo sobre obesidade infantil onde a ideia fica bem clara, a importância de controlarmos esse assunto...veja e reflita!
VAMOS DIZER NÃO A OBESIDADE INFANTIL E NÃO AS REDES DE FAST FOOD!!!
Acredita-se que em 2025, 75 milhões de crianças estejam obesas, segundo a OMS.
Você sabe como isso acontece? Como podemos diminuir essa taxa? Se não sabe as respostas então continue lendo essa matéria...
Os veículos de comunicação, sejam jornais, TV ou internet, tem a capacidade de influenciar as pessoas de modo rápido e fácil, pois praticamente qualquer um pode ter acesso a eles. O problema é, como no caso do consumo excessivo de alimentos industrializados, que muitas famílias são influenciadas, através de propagandas.
As empresas de fast food utilizam-se destes veículos para induzir ao consumo de seus produtos e geram, de certa forma, alienação, já que as pessoas passam a consumir alimentos sem ao menos pensar se isto é prejudicial ou não para sua saúde.
A população se submete às propostas impostas pelo marketing, e assim começa toda a história do consumismo de fast food e da obesidade.

Através da mídia, redes de fast food e de produtos alimentícios conseguem chegar a sociedade, criando meios de alienar a população, como por exemplo criando linhas em seu cardápio para crianças, onde alem do lanche vem um brinquedo, assim a criança lembra e pensa que toda vez que ela comer em tal lugar vai ganhar um novo brinquedo, e isso se torna um ciclo sem fim.
Por falta de controle dos pais, que também se tornam subordinados as redes de fast food, as crianças crescem sem nenhuma educação alimentar, gerando assim a obesidade, trazendo muitos problemas, até mesmo a morte.A mídia acaba trazendo uma espécie de imposição em cima da população, trazendo a ideia do consumismo, quanto mais você consome mais bem vista você é (seu status social se eleva), e a ideia da alienação, o consumidor não olha para o futuro, muito menos para as consequências de uma alimentação irregular, e assim seus filhos sofrem do mesmo mal. Sem informação, as crianças cometem os mesmos erros dos pais e crescem sem uma vida saudável e vítimas dessas redes.
Devemos lutar contra a obesidade infantil e contra a ditadura que existe, onde a mídia manda e controla a sociedade.
As redes de fast food não podem estar acima da saúde de sua casa, muito menos de seus filhos. O que vale mais a pena, abrir mão de um hábito alimentar ruim e ter uma família saudável ou continuar com um habito ruim e ter sua família com doenças que podem ser fatais?
A Amil fez um vídeo sobre obesidade infantil onde a ideia fica bem clara, a importância de controlarmos esse assunto...veja e reflita!
VAMOS DIZER NÃO A OBESIDADE INFANTIL E NÃO AS REDES DE FAST FOOD!!!
Ass: Isabelle Sanches.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Donald Trump e a xenofobia nos EUA
Com certeza todos conhecem ou pelo menos já ouviram falar de Donald Trump, candidato à presidência dos Estados Unidos, que vem chocando muitas pessoas com suas ideias e campanhas extremamente nacionalistas e xenófobas.
Mas quem é ele? Donald John Trump é um magnata dos negócios americanos, personalidade de TV e autor. Trump é o fundador da Trump
Entertainment Resorts, que opera vários casinos e hotéis pelo mundo.
Em junho de 2015, Trump
anunciou sua candidatura pelo Partido Republicano e desde então, tem
conquistado apoio entre a ala ultra-conservadora do país. Mas seus comentários
tem atraído a condenação de outros políticos e da mídia mundial.
Em um de seus
pronunciamentos, o concorrente de Hillary Clinton, acusou o México de enviar
drogas e estupradores através da fronteira com os EUA. O mesmo ainda
acrescentou dizendo que um muro deveria ser construído entre os dois países.
Donald Trump é só um dos
inúmeros exemplos pelo mundo atualmente de como as pessoas vem pregando a
intolerância e o preconceito. A mesma
situação pode ser vista na forma como os refugiados estão sendo tratados, ou com
o resultado do Brexit na Europa.
A xenofobia vem aumentando e
frequentemente se expressa de forma violenta, com agressões e assassinatos de
estrangeiros, mas também em diversos atos cotidianos de discriminação negativa.
Para o candidato republicano,
o resultado do referendo do Brexit reforça a sua estratégia, por representar a
força do sentimento “anti establishment” (ponto de vista oposto ao convencional
nos aspectos sociais, econômicos e políticos dentro de uma sociedade).
A pesquisa mais recente, mostra
os candidatos Clinton e Trump empatados na preferencia dos eleitores nos
estados de Iowa e Ohio.
Gabriela Blanco, Lucas Zózimo e Gabriel Reis.
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