quarta-feira, 13 de julho de 2016

Donald Trump e a xenofobia nos EUA


          

         Com certeza todos conhecem ou pelo menos já ouviram falar de Donald Trump, candidato à presidência dos Estados Unidos, que vem chocando muitas pessoas com suas ideias e campanhas extremamente nacionalistas e xenófobas.
      Mas quem é ele? Donald John Trump é um magnata dos negócios americanos, personalidade de TV e autor. Trump é o fundador da Trump Entertainment Resorts, que opera vários casinos e hotéis pelo mundo.

      Em junho de 2015, Trump anunciou sua candidatura pelo Partido Republicano e desde então, tem conquistado apoio entre a ala ultra-conservadora do país. Mas seus comentários tem atraído a condenação de outros políticos e da mídia mundial.
       Em um de seus pronunciamentos, o concorrente de Hillary Clinton, acusou o México de enviar drogas e estupradores através da fronteira com os EUA. O mesmo ainda acrescentou dizendo que um muro deveria ser construído entre os dois países.

        Donald Trump é só um dos inúmeros exemplos pelo mundo atualmente de como as pessoas vem pregando a intolerância e o preconceito. A mesma situação pode ser vista na forma como os refugiados estão sendo tratados, ou com o resultado do Brexit na Europa. 
        A xenofobia vem aumentando e frequentemente se expressa de forma violenta, com agressões e assassinatos de estrangeiros, mas também em diversos atos cotidianos de discriminação negativa.
        Para o candidato republicano, o resultado do referendo do Brexit reforça a sua estratégia, por representar a força do sentimento “anti establishment” (ponto de vista oposto ao convencional nos aspectos sociais, econômicos e políticos dentro de uma sociedade).
       A pesquisa mais recente, mostra os candidatos Clinton e Trump empatados na preferencia dos eleitores nos estados de Iowa e Ohio.


                               Gabriela Blanco, Lucas Zózimo e Gabriel Reis.







segunda-feira, 11 de julho de 2016

Crise de 29



É muito comum ouvirmos falar sobre a Crise de 29 e os impactos que ela causou em todo o mundo. Porém vamos entender um pouco mais sobre como ela estourou.

Tudo começou quando os Estados Unidos saíram vitoriosos da Primeira Guerra Mundial, com a certeza de uma era de muita prosperidade e crescimento econômico.

Essa confiança extrema no país fez com que, baseado no "American Way Of Life" ou, em português, "Estilo de Vida Americano", os EUA passaram a incentivar o consumo. Os americanos começaram a consumir desenfreadamente, não se importando com a necessidade, mas sim, com a visão de que "quem tem mais é melhor". Essa ideologia se difundiu pelo mundo todo, principalmente através dos filmes Hollywoodianos.

Além do consumo de eletrodomésticos e vestuário, os americanos começaram a investir desenfreadamente na bolsa de valores, chegando a hipotecar suas casas por ações na bolsa.


Enquanto isso, nas fábricas, as máquinas ocupavam o lugar dos trabalhadores, que eram demitidos e acabavam sem dinheiro. MAS O CONSUMO NÃO DIMINUIA!!!


Dessa forma, foi-se criando uma enorme bola de neve de problemas sem solução na sociedade estadunidense, culminando na quebra da bolsa de valores e dando início à pior crise dos EUA.




Em resumo, podemos destacar que a Crise de 29 está diretamente ligada ao consumismo desenfreado que a mídia nos impõe todos os dias e que, muitas vezes, nos deixamos seduzir ao ponto de não sabermos mais definir o que é necessário na nossa vida e o que é supérfluo. Vale a pena pararmos para pensar nessas pequenas situações no nosso cotidiano, para que possamos desconstruir essa ideologia que nos afasta da vida em sociedade e nos transforma em seres individualistas. Procure saber diferenciar necessidade de desejo momentâneo. Reflita antes de comprar.



Feito por: Beatriz Mayumi

terça-feira, 5 de julho de 2016

Os muçulmanos X esteriótipos

Sua história:


     A religião muçulmana ou islâmica foi criada pelo profeta Maomé, em 610, na Arabia Saudita, quando ele recebeu a visita de Deus pelo anjo Gabriel que revelou a existência de um único Deus. Então começou a caminhada para pregar a religião monoteísta.
    Maomé e seus seguidores sofrem perseguições muito violentas e Deus lhes ordena que emigrassem de Meca para Medina onde foi reconhecido como líder religioso onde conseguiu unificar e estabelecer a paz entre as tribos árabes e implantar a religião monoteísta muçulmana. Quando voltou para Meca, implanta a religião muçulmana que passa a ser aceita e começa a se expandir pela península Arábica e depois pelo resto do mundo.


                                          
Sobre a religião:

     -O islamismo prega a paz, a onipotência de seu Deus Alá, a importância de praticar a bondade, generosidade e justiça no relacionamento social.
    -O Alcorão: é um livro sagrado que reúne as revelações que o profeta Maomé recebeu do anjo Gabriel. Este livro é dividido em 114 capítulos. O Alcorão também registra tradições religiosas, passagens do Antigo Testamento judaico e cristão.
    -Os muçulmanos acreditam na vida após a morte e no Juízo Final, com a ressurreição de todos os mortos.

O preconceito:

Desde o atentado de 11 de setembro a mídia influencia e passa uma ideia errada sobre os muçulmanos, aumentando o preconceito... Então iremos desmentir alguns fatos sobre o islã:

   -O islã não tem diferenças profundas com o cristianismo
   -Nem todo muçulmano é árabe.
   -O Deus cristão e Ála são a mesma divindade.
   -Apenas uma minoria dos muçulmanos são fundamentalistas radicais
  -A religião do islã não oprime as mulheres, e sim a cultura de diversos países que acabam tendo o islã como sua principal religião.  




"julgue-me pelo que há na minha cabeça, não pelo que há sobre minha cabeça"




Desmentindo alguns fatos pelos próprios muçulmanos...




Feito por: Ana Paula e Eduarda p















sexta-feira, 1 de julho de 2016

Igualdade e humanidade já!

Igualdade e humanidade já!



Todos deveriam respeitar o próximo sendo eles Gays, Lésbicas, Bissexuais, Trangeneros, Héteros, Assexuais, etc...

O que é homofobia?
Preconceito contra aqueles que se relacionam com pessoas do mesmo sexo.

O que é Transfobia?
Preconceito contra pessoas com identidade de gênero Travestis, Transgeneros, também conhecidos como população Trans.


 Abaixo temos dois vídeos no qual e mostrado os esteriótipos que são usados para se referir aos gays e lésbicas e como eles reagem.
                                 
                                     
                                        


                                        
                                        

Tratado de forma humorística esses vídeos mostram como os esteriótipos são repassados dentro de uma sociedade.
Muitas vezes esses tratamentos são ofensivos e ate preconceituosos e mesmo sabendo disso, muitos continuam falando e repassando para a população.                            


 Ninguém e obrigado a aceitar nada dentro de uma sociedade, porem a partir do momento que você julga e ataca o próximo você esta errado e pode ser condenado.
O relacionamento entre héteros é uma coisa atingivel porém entre a comunidade lgbt e algo que esta perto do impossível, ataques, mortes e julgamentos são feitos diretamente para essa comunidade.
TODOS TEMOS DIREITO DE FAZER AQUILO QUE ESCOLHERMOS!!!!!!! 

                                   

Na nossa sociedade um importante fator que contribui para o aumento da população homofóbica é a Midia, por meio de novelas e propagandas, a Midia transfere esteriótipos da população lgbt.

 Tudo que nao e o tradicional a sociedade tende a querer excluir, vimos essas açoes em variadas situaçoes, seja na escola quando um aluno e diferente dos demais e é penalizado por isso, seja no trabalho, na rua ou ate mesmo em casa. 

 Devemos desconstruir esses pensamentos e no lugar deles implantar outros que visam acabar com preconceitos, começando pelas escolas, pela midia e ate mesmo em casa, todos devem ser respeitados!!!!

 ass: Isabelle Sanches e Bruna Barros

 

 

 

Heroínas do cinema

O cinema, como tudo no mundo está evoluindo e cada vez mais as pessoas estão se conscientizando de que o preconceito e a desigualdade não vão levar a nada. Sabemos que o cinema ainda é um meio bastante "masculino" contando sempre com super-heróis, vilões e outros protagonistas importantes sempre tendendo para o lado “macho”. Mas existem, sim, grandes heroínas em bons filmes, mulheres que deixam muitos super-heróis por ai no chinelo. Elas nos surpreendem desde pequenos, foram ícones na televisão. Mulheres fortes, independentes e inteligentes. Por isso resolvi fazer um top 7 com algumas das mulheres mais guerreiras do cinema.


7 Heroínas Imbatíveis Do Cinema:

           Natasha Romanoff / Viúva Negra (Os Vingadores)

 
 
 Natasha ainda não ganhou nenhum filme só seu, mas já roubou a cena em Homem de Ferro 2, Os Vingadores, Capitão América 2 e Guerra Civil. Espiã, ela sempre sabe um pouco mais que seus colegas e consegue se aproveitar de qualquer situação – além de se defender sozinha, é claro. 

Princesa Leia (Star Wars)


  
Carrie Fisher eternizou o coque duplo e o biquíni metálico ao viver a Princesa Leia nos três primeiros (ou últimos) episódios da saga Star Wars. Tudo bem, ela precisou ser resgatada no início do filme e virou escrava, mas, na primeira oportunidade, ela matou o monstro com sua própria corrente. 
 

Katniss Everdeen (Jogos Vorazes)



Ela já era uma caçadora antes de ser escolhida para lutar por sua vida nos Jogos Vorazes. Aliás, ela nem foi escolhida, mas voluntariou-se para salvar a irmã. Lá, ela usou a cabeça para sobreviver até o último segundo, sem recorrer à violência, e sua postura ficou tão popular que ela se tornou o símbolo da revolução contra a Capital.

 
Hermione Granger (Harry Potter)
 

"Das bruxas da sua idade você é a mais inteligente" essa era a frase que ela mais escutava, nerd de carteirinha, ela aprendeu muito mais feitiços que seus colegas e desvendou sozinha a maioria dos mistérios de Hogwarts. Como se não bastasse, ela lutou pela liberdade dos elfos domésticos e protegeu Harry contra os Comensais da Morte enquanto eles procuravam as Relíquias da Morte.

 Mulher Maravilha 
 
Claro que em uma lista de mulheres do cinema não poderia faltar a Mulher Maravilha. Uma das primeiras mulheres desse mundo machista que são os quadrinhos de super-heróis
  
 
Hazel Grace (A culpa é das Estrelas)
 
 
Alem de ser uma mulher guerreira, Hazel é uma adolescente de 16 anos que, desde os 13, tem de encarar um câncer na tireoide que evoluiu para uma metástase no pulmão. Seu cotidiano difere-se dos demais ao passo que, a fim de conseguir respirar, a jovem há de andar a todo o momento com um cilindro de oxigênio e uma cânula no nariz. Somando-se a isso, a doença terminal a coloca numa constante expectativa de morte.Mas nem por isso a jovem se deixa abalar
 
 
Lara Croft
  
 
 
Explorando impérios perdidos, descobrindo tesouros preciosos, punindo vilões em combates mortais tudo faz parte do dia-a-dia da aventureira Lara Croft. Mas um antigo segredo de seu pai está prestes a levar Lara a seu maior desafio: o Triângulo de Luz, uma relíquia lendária com o poder de alterar o tempo e o espaço. Lara precisa encontrar o Triângulo antes que caia nas mãos dos Iluminati, uma sociedade secreta que quer dominar o mundo.
 
                                                          
                                    Feito por: Bruna Barros
 
 
 
 
 

O "corpo ideal" ao longo da História



 

Esta ideia de "corpo ideal" da mulher foi sofrendo várias alterações ao longo dos anos. Se dermos uma olhada na História, veremos que nem sempre este "corpo perfeito" que vemos na TV era o que as mulheres idealizavam.





Podemos observar desde a Pré-História, a Mulher de Willendorf (ou Vênus), que uma estátua esculpida há mais de 22 mil anos retrata uma idealização do corpo da mulher totalmente diferente da de hoje: seios, barriga e vulva são extremamente volumosos e representariam a maternidade, considerado o maior atributo da mulher. O corpo da "mulher mãe" era o valorizado na época.














Nas representações artísticas da Antiguidade, as mulheres eram retratadas com e seios grandes e quadril largo, que eram o símbolo da fertilidade. Vênus de Milo (Afrodite) era a deusa que refletia o padrão feminino da época. Nesse período clássico, a arte deveria representar a perfeição da natureza.












O Renascimento trouxe a mulher representada na pintura, onde os cabelos alvos, a pele clara, pescoço longo e ombros e peitos fortes eram os modelos de beleza no Maneirismo, escola de pintura que exagerava nas formas da época.











No século XIX as curvas ainda predominavam como padrão de beleza da mulher. O espartilho, uma peça fundamental na criação desse novo modelo, dava a forma de ampulheta ao corpo da mulher, com a cintura bem fininha em contraste com os braços carnudos e pernas fortes. Apesar do vestuário da época impedir que o corpo aparecesse muito, ele sugeria uma redução no volume, contrário ao estilo renascentista.





A moda das "cheinhas" só perdeu força quando um sério problema econômico que apareceu: a escassez de alimentos na Europa. Regimes, cirurgias plásticas e ginástica passaram a modelar o corpo feminino de forma quase obrigatória. As gordinhas, antes admiradas, passaram a ser vistas de outra forma, com exclusão.








A partir dos anos 60 o corpo da mulher começou a ser mais erotizado, mais curvilíneo e à mostra. Atrizes como Brigitte Bardot e Marilyn Monroe são ícones da década.



















Já nos anos 70, foi marcado pela antecipação de uma tendência que viria forte nas próximas décadas: a magreza. A modelo Twiggy, foi um grande ícone de beleza e elegância, ostentando pernas finíssimas e até uma certa fragilidade.



















Os anos 90 foi contornado pelo padrão idealizado da mulher alfa - uma mulher atlética, destemida e inteligente. O modelo pode ser evidenciado na personagem Lara Croft, de Tomb Raider, interpretada no cinema pela atriz Angelina Jolie, personagem que ganha curvas e ares de mulher que luta por causas nobres.










Os anos 2000 marca até hoje a busca por um corpo mais sarado. Um modelo disso é a cantora Madonna,  em seus clipes musicais um corpo magro e atlético, musculoso e bem definido, mesmo tendo mais de cinqüenta anos de idade. A cantora exibe um corpo que é o seu próprio veículo para afirmar suas ideias - um culto ao hedonismo e à afirmação feminina - uma ideia de que o corpo conduz ao prazer, e consequentemente, ao poder.








Como se pode ver, a ideia de corpo ideal foi mudando ao longo do tempo. O que não falta é influência, seja por pinturas, esculturas, TV ou internet, sobre que "corpo padrão" a mulher deve seguir. A indústria cultural sempre vai querer padronizar, isso é fato. Tentar fazer com que um modelo seja seguido por todos e assim fica mais fácil a manipulação. A questão é: você vai se deixar levar? Vai mesmo deixar de valorizar seu corpo como é, para poder ser igual a todo mundo? Por favor, não faça isso. Tanto o seu corpo quanto o seu modo de vestir, pensar e agir são SEUS. Ame-os, valorize-os. Não coloque-os nas mãos da mídia.









Fonte:
http://www.vilamulher.com.br/beleza/corpo/o-corpo-da-mulher-ao-longo-dos-seculos-2-1-13-904.html


Feito por: Letícia Rocha